Na brisa do Caribe, há uma preguiça chamada Kokomo

Ele está onde queremos ir, para fugir de tudo.

Pegadas na areia, três garras na mão com que se agarrava,

Você vai se apaixonar pelo ritmo desta terra florestada

Abaixo Kokomo

Amêndoas-do-mar, palmeiras-da-praia e... Oooh, estou a ficar relaxado!

Pipas verdes, trepadeiras, vamos lá, quero conhecer-vos

Na praia, fogueira, querida, me deixe mais alto.

Oh, eu quero ir para baixo como Kokomo,

Ele chega lá rápido, mas depois vai devagar...

Afunda-se como o Kokomo.

Tão único, aquele mistério mascarado de três dedos

Ele se esconde nas árvores, o seu boudoir é a copa das árvores,

E, aos poucos, ele desafia as leis da gravidade.

Pendurado de cabeça para baixo, ele consegue ver tudo ao seu redor,

Aquele sorriso sonhador no rosto dele dá-me arrepios por todo o corpo...

Afunda-se como o Kokomo.

Amêndoas-do-mar, palmeiras-da-praia e... Oooh, estou a ficar relaxado!

Pipas verdes, trepadeiras, vamos lá, quero conhecer-vos

Na praia, fogueira, querida, me deixe mais alto.

Oh, eu quero ir para baixo como Kokomo,

Ele chega lá rápido, mas depois vai devagar...

Afunda-se como o Kokomo.

Ele seguiu em frente desde então, eu quero dar uma espreitadela

Todos conhecem uma preguiça chamada Kokomo,

Agora, se quiseres ir e fazer isso bem devagar

Afunda-se como o Kokomo. 

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Acasalamento da preguiça: Não é tão lento como se pensa